
O que notório. O que não é segredo pela sequencia que se fala ou que se escreve que existe um trabalho forçado por alguns setores da mídia no sentido de formar um opinião de que o time do ABC é desqualificado para a competição e que a culpa não é dos treinadores que aqui já passaram e sim de quem contratou. Já apostando no próximo ou desejando bem ao próximo, penso eu.
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Meus amigos! Como diria Lauro Neto. É público e notório também que todas as contratações realizadas pelo ABC passaram pelo crivo final de todos os treinadores que aqui já estiveram e que aquele que contrata sempre faz questão de afirmar pelas ondas do rádio, TV e meios de comunicação escrito ou digitado.
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De uma coisa nós todos que estamos no ABC temos certeza. Se o treinador for contra, ninguém contrata. Ao contrário, houveram muitos casos, que foram por indicação única do treinador. Acho até que se trata de uma política errada e, que entre algumas outras, defendo que seja alterada.
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Se o ABC tem um time limitado e está muito abaixo do grau de exigências da competição, coisa que também não concordo, não podemos isentar ou imunizar, a participação efetiva de todos os treinadores que aqui estiveram nesta competição e em outras anteriores. Podemos sim ou sim nós podemos, é criticar ou ser contrário, a esta política errada do clube. Se é que posso dizer que é errada. Não sou inflexível desde que a argumentação contrária seja convincente. Não com Vicente ou outro qualquer.
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Ninguém pode atribuir-se ao direito no caso do futebol de afirmar que já sabia. Eu já sabia é coisa de torcedor em cartazes ou adesivos nas arquibancadas após resultados que os satisfazem com ironias ou chacotas com o adversário perdedor. Como dirigente, como conselheiro ou como formador de opinião influente, se já sabia, teria oportunidades de como evitar. Não ser omisso. Esperar pra ver. Quando não torce.
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Todos o jogadores da era Heriberto da Cunha, da era Artuzinho e da era Flavio Lopes, tiveram o crivo dos respectivos treinadores, quando não indicados, consultados a respeito e aos pareceres finais destes. De uma coisa temos a certeza. Quem formulou e assinou os contratos realizou conforme o pactuado entres ambos. De comum acordo. Agora se tinham intermediários são coisas que não podemos afirmar com certeza.
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O nosso time é tão limitado mesmo é para o nosso orçamento. Sempre alguns ao final dos jogos são procurados por empresários ou dirigentes já com propostas para o mercado do próximo ano. A maioria já tem proposta para a próxima temporada.
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O que faltou-nos foi decisão rápida fora do campo de jogo e decisão acertada dentro do campo de jogo. Os liderados no futebol ainda dependem do que decide o líder. Sem diálogo.
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Querem ver um exemplo? Se o grupo decidisse quem bateria o penalti contra o Potyguar de Currais Novos? Seria Gabriel ou Gaucho?
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Olha o dedinho: - Não, não, não... é Gabriel que bate!
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São essas coisas que devemos evitar para o próximo ano. Começar com Didi já é um bom começo.
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Agora vamos ver é quem é que vai contratar. Se o pactuado será o mesmo recebido. Sem intermediários. Já bastam o devido aos empresários.
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Se eu já sabia. Eu denuncio.
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1 comentários:
Se antes eu me divertia ouvindo o programa "a voz da frasqueira" do ABC, agora estou com pena do apresentador Levi Araújo. Como deve ser difícil fazer um programa de um time só, quando esse time já foi rebaixado. Como ele não tem o que dizer, até porque nada justifica o insucesso, está transformando o programa em um religioso. De Padre Marcelo Rossi a Padre Zézinho, passando por "segura na mão de Deus", é um chamamento a fé, como se um milagre pudesse acontecer, aliás ele ainda diz acreditar. É lastimável e muito triste, ouvir as agruras de uma torcida em público. A torcida do ABC não merece tal humilhação. Talvez eu volte a ouvir o programa no próximo ano, se porventura ele ainda se mantiver, pois depois que foi criado, o ABC só levou paulada.
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